A segurança de um condomínio é uma obrigação de todos, onde cada um deve exercer seu papel. Tomar as medidas necessárias após um trauma não é o melhor caminho.
Por Leonardo Diniz Mascarenhas

Porteiro do condomínio atento na portaria: segurança eficiente depende de estrutura, colaboração dos moradores e apoio do síndico para evitar invasões
Fonte: iStock
Cresce o número de invasões em condomínios de alto padrão devido às fragilidades encontradas no gerenciamento dos riscos e na gestão de pessoas. Bandidos entram pelas portarias se passando por moradores.
A vida pós-pandemia trouxe uma maior complexidade aos condomínios. As grandes operadoras refletem está mudança. Mais de 85% das residências têm acesso a internet.
Mercado Livre possui uma frota de aviões e milhares de entregadores. Amazon conta com galpões e estrutura que possibilita entregas em tempo recorde. iFood atende mais de 55 milhões de clientes e cerca de 110 milhões de pedidos por mês. Muitos com destino certo: onde você mora ou trabalha.
“Porém, as portarias não acompanharam este ritmo. Muitas não possuem estruturas físicas adequadas, tecnologia, protocolos de segurança e treinamento. Os porteiros, além das encomendas, recebem visitantes e prestadores de serviços, monitoram câmeras, atendem moradores entre outros. Pequenos deslizes podem gerar reações explosivas de um dos seus diversos patrões: o morador.”
A segurança, já comprometida, se agrava quando moradores ou os responsáveis pelas unidades não cumprem o seu papel.
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